Arquivo de fevereiro, 2010
God of War III – Demo
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Já está disponível para download na PSN (com o incrível tamanho de 2GB+) o novo capítulo da saga de Kratos! Não preciso escrever mais nada, certo?
Command & Conquer – EA disponibiliza como Freewares!
0Em breve será lançado mais um jogo da excelente franquia Command & Conquer, jogo consagrado de RTS (real-time strategy).
O lançamento será o Command & Conquer 4: Tiberian Twilight, dando sequência aos acontecimentos do C&C 3: Tiberian Wars.
E para dar um gás nos jogadores e relembrar as origens da série original (são duas: C&C e C&C Red Alert), a EA disponibilizou como Freeware os CDs dos 3 primeiros jogos das duas séries, são eles:

C&C 1 – Command & Conquer: Tiberian Dawn

C&C RA 1 – Command & Conquer: Red Alert (disco dos Aliados e disco dos Soviéticos!)

C&C 2 – Command & Conquer: Tiberian Sun
Vale a pena o download, principalmente para quem não conhece a série. Para baixar os clássicos diretamente do site da EA, basta entrar no link:
http://www.commandandconquer.com/classic
Lá inclusive há um link explicando como fazer funcionar os jogos no Windows XP e outros Windows mais recentes e também, como jogar online.
Vida longa a Brotherhood of Nod!
Pagamos para ver propagandas?
1Vamos deixar claro, agora no começo do post, que o texto não se trata de apologia a pirataria, devido a imagem no final do post.
Estive pensando nesses últimos dias em assinar uma Tv por assinatura, seja a Sky, Net ou a Oi Tv, aqui no Rio de Janeiro. Não aguento chegar em casa, ligar a televisão e ver novelas e as aulas de idiotice humana que passam após ela, no Big Brother Brasil.
Analisei custos, analisei ofertas de canal e pacotes de serviço, e cheguei a conclusão que não irei assinar porcaria nenhuma.
Se optar pelos pacotes X ou Y, sou obrigado a levar diversos canais que não me interessam (para que quero CNN ou a BBC?).
Entendo o modelo de negócios que te empurra um pacote de canais que não apresentam conteúdo nada interessantes para o seu gosto pessoal. Afinal, existem canais rentáveis e não rentáveis, canais “caros” e canais “baratos” para as empresas que os distribuem.
O modelo que eu gostaria de ver em funcionamento seria o preço por canal. Tudo bem, a Fox é mais cara que a BBC ou que a maravilhosa CNN para o público brasileiro. (Alguém assiste CNN ou CNN en español? Se assistir, por favor, deixe um comentário.).
Que as empresas coloquem o preço por canal e nos permitam escolher o que queremos levar. Se a CNN significa R$ 3,00 na assinatura, pois bem, me permita tirar a CNN do meu pacote e economizar meus míseros R$ 3,00.
Pior… pior são só as propagandas durante as programações da TV por assinatura.
Estou pagando pelo conteúdo, e ainda sou obrigado a assistir comerciais de produtos. O tempo do “intervalo” durante a programação de um seriado em canais fechados chegam as vezes a ser maiores do que os da TV Aberta. E ainda pago por isso!
O mesmo modelo é incluído em DVDs de filmes. Compramos o filme original, e ora, somos obrigados (não, não dá para dar skip) a ver aqueles avisos de “não a pirataria”, “dê o exemplo para seu filho” e etc.
Esses vídeos anti-pirataria estão incluídos nos DVDs com qual fim?! Esperar que alguém que os pirateie não vá dormir tranquilo no final da noite? E enquanto isso, quem pagou pela mídia, conteúdo, distribuição, encarte e produção da mercadoria, é obrigado a ver vídeos e mais vídeos antes do filme começar.

Algo errado com esse modelo...
Ver inclusive trailers de “futuros lançamentos” que se aplicam a ver no cinema, mas não fazem sentido algum de estarem em um DVD. Afinal, daqui a 6 meses, terei todos esses filmes na prateleira caso sejam bons filmes, e ainda sim, terei que durante os anos seguintes que a mídia ainda existir, continuar vendo o trailer sem poder dar skip ?
Ah, alguma coisa está errada.
Pago pelo conteúdo que quero, não pago por algo que querem que eu leve.
Asks’s Games Reviews #5 – Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth
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Nem só de PC vive o Gamer. Hoje farei uma análise sobre o novíssimo jogo da série “Ace Attorney”. Para quem tem acompanhado a série isso poderá soar um pouco estranho – Agora o personagem principal é o Rival do “Mocinho” dos primeiros jogos? Isso mesmo, antes você jogava com o Advogado de defesa e agora se a vez de jogar com o promotor… Entretanto… O jogo não terá como cenário principal a corte de justiça, mas sim várias localidades diferentes onde serão feitas as “investigações”.
Gráficos: 8
Sim, o DS não é conhecido por seus gráficos 3D, compará-lo com e os jogos de PC e PS3 seria muito injusto. Os”sprites” são os mesmos desde o primeiro jogo, mas como eu ainda sou fã do estilo 2D de ser, deixarei essa nota mesmo.
Som: 7
As músicas temas de personagens são as mesmas, as novas músicas não são envolventes, mas o pior de tudo é não ouvir as expressões clássicas (“Hold it!”, “Objection!”) de todos os personagens. Alguns não tiveram vozes gravadas e ficam só os efeitos sonoros. Imperdoável.
Jogabilidade: 9
As mudanças na jogabilidade foram muito positivas. Deixaram de lado as telas estáticas e agora é possível andar pelo cenário. Na prática fica quase a mesmo coisa, ainda assim é divertido ver os bonecos dos personagens.
Valor Agregado: 6
Essa sempre será a pior nota de qualquer jogo da série. Depois de terminado, não há mais nada a ser feito. Não há itens secretos para descobrir, “troféus”, nada! Terminou vende ou guarda na caixa.
Nota Final: 7,5
Esse estilo de jogo não é muito popular, tem pouca ação, muita leitura, gráficos e sons simples e principalmente pouca reutilização. A despeito de todos esses problemas, é um jogo bastante divertido e como o DS andava muito devagar nos últimos tempos é uma ótima novidade.
KDE SC 4.4.0 Caikaku
0Com um mix de interface Windows 7 mais Widgets do Mac OS X e uma nova visão do UNR, nasce o KDE 4.4, vulgo Caikaku.
“Hoje a comunidade KDE anuncia a disponibilidade imediata do KDE SC 4.4, ‘Caikaku’, trazendo uma coleção inovadora de aplicações para os usuários de Software Livre. Novas tecnológicas foram introduzidas, incluindo redes sociais e ferramentas de colaboração online, uma nova interface orientada a netbooks e inovações infra-estruturais como o framework de autenticação KAuth. De acordo com o sistema de bugs do KDE, 7293 bugs foram corrigidos e 1433 novas requisições de ferramentas foram implementadas. A comunidade KDE gostaria de agradecer a todos que tornaram o lançamento dessa versão possível.”
“O ambiente de trabalho Plasma oferece as funcionalidades básicas que um usuário necessita para iniciar e gerenciar aplicações, arquivos e configurações globais. Os desenvolvedores do ambiente de trabalho KDE entregam-lhe uma nova interface para netbooks, trabalhos artísticos refinados e um melhor fluxo de trabalho para o Plasma. A introdução das ferramentas para serviços sociais online traz a natureza cooperativa da comunidade KDE como um time de Software Livre.”
Uma bela interface com a qualidade do Linux, pena que QT não seja um amor de framework.
OpnMarket: Uma feature interessante!
0Quando fiz o post sobre o OpnMarket aqui nOs Lunáticos (clique aqui para o post anterior) fiquei me perguntando o porque de se registrar para utilizar um serviço que só lhe apresenta Freewares.
Na página do download do aplicativo, eles informam que o registro serviria para avisar quando alguns dos aplicativos que foram baixados através do programa fossem atualizados. Até ai tudo bem.
Mas como no próprio aplicativo tem a opção para ver os programas baixados através dele, ainda assim fiquei com a pulga atrás da orelha. Para que meu e-mail?
Além, é claro, da opção para eles de monitorar quantos usuários estavam baixando quais aplicativos, etc, queria entender um motivo que fosse bom para o usuário.
Agora entendi o motivo! Eu não fico abrindo o aplicativo para checar updates, hehe, apenas utilizo quando quero baixar algum software, e ai, se tiver algum update, atualizo as versões dos outros aplicativos.
Mas acabei de receber um email me informando que um desses aplicativos (O mobile IMDB) foi atualizado e que já estava disponível para download.
Sei que não é nada demais… mas achei, simplesmente, fantástico!
O e-mail me avisando da atualização
Ask’s Games Reviews # 4 – MASS EFFECT 2
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Pronto, está terminado! Dessa vez eu resolvi terminar pelo menos uma vez o jogo antes de fazer uma análise e assim evitar qualquer injustiça.
Antes de qualquer coisa, foi muito bom que eu só tenha jogado o primeiro dias antes de sair o segundo, pois a memória está bem recente e a comparação será bem mais fácil.
Quero deixar claro que apesar das críticas duras que farei, o jogo é muito bom.
Gráficos: 9
Em relação ao 1, é claro que o gráfico está melhor. As mudanças mais pesadas estão na iluminação e sombra. Achei que as texturas poderiam ser melhores. Joguei em Full HD e quando o close era muito (durante os diálogos, por exemplo) as texturas ficavam fracas. Ainda assim a apresentação é muito boa.
Som: 8
Com a exceção de uma música, que me fez lembrar muito uma do novo filme “Star Trek”, as músicas são completamente esquecíveis. Apesar de ser um bom jogo. Não vou ficar assobiando nenhuma música da sua trilha durante o dia e pra mim esse é o jogo que terá nota 10.
Jogabilidade: 6
Essa foi realmente a pior parte. Aqui foi onde a Bioware cometeu seu pior crime. O primeiro já era um jogo de TPS (Third Person Shooter), mas era um bocado simples. Nessa nova versão eles tornaram a coisa mais séria (como munição nas armas) e isso não é necessariamente bom, pois o jogo é anunciado como RPG. O fato de a nave ter combustível também me deixou um bocado frustrado. Os mini games ficaram mais elaborados e assim causam um “stress” desnecessário, afinal são mini games. Antes havia uma opção de usar-se o “omni-gel” para não ter que jogar o mini game, o que era ótimo para que já que já não tinha paciência para ficar jogando esses joguinhos bobos.
O Carrinho do ME1 (Mako) também foi embora. Isso na verdade causou um sentimento de “amor-ódio” pois ao mesmo tempo que era um pouco chato andar com ele, usa-lo para explorar dava uma sensação divertida de que o planeta era gigante.
A parte das armas e armaduras mudou muito e a diversão foi muito reduzida. No RPG clássico você pega um item novo e compara os números numa tela fácil de comparar ( o ME1 fazia isso com primor) e fica com o item que você achar melhor. No ME2 isso não existe. Praticamente fiquei com a mesma arma/armadura do princípio ao fim.
A evolução também foi severamente prejudicada. Subir de nível se tornou menos importante ainda que no ME1. As habilidades são poucas e com utilidades limitadas. Esse foi um dos fatores que me preocupou muito, porque é um sinal que o ME3 pode deixar de lado esse traço de RPG de fora de vez e se tornar um TPS de fato.
O pior de tudo vem agora… MAPA!!! Mais uma vez… MAPA!!!! Qual é o problema com as produtoras de jogos que no primeiro jogo fazem um mini mapa perfeito (fazer de navegar, com os inimigos aparecendo, etc…) e no segundo em diante “acham” que aquele mapa é bom de mais e fazem um que não serve pra quase nada (Konami isso serve pra você também, MGS que o diga). O mapa do ME2, quando tem porque muitas vezes simples mente não existe, é muito colorido e bonito mais não é prático! Realmente lamentável.
Mas nem todas as novidades são pra piorar. A nova possibilidade de “interromper” a frase do NPC com uma “atitude” é MUITO interessante. Todos os jogos deveriam ter essa característica. O impacto que isso causa no jogo é muito divertido.
Valor Agregado: 10
Deveria ser 11, 12, 13… Essa é a parte onde esse jogo realmente brilha! Eu desafio qualquer um a ver todos os diálogos, cenas e tudo mais. Pois as decisões que foram tomadas no primeiro jogo são importadas através do “save” e realmente fazem toda a diferença.
Se o jogador quiser ver todas as opções terá jogo para anos.
Nota Final: 8,25
Dizem que o jogo é um RPG, mas estão cada vez mais o transformando em um TPS, espero que no ME3 eles repensem qual é o seu público alvo. Independente disso o jogo é muito bom, tendo seu ponto de excelência na história, que é mais do que digna de um grande filme de Hollywood.
The Tester: O reality show da PSN
1A Sony está tentando de todas as formas agregar maior valor a PSN (Playstation Network), de forma a enfrentar a superior em ofertas de serviços, a Xbox Live, da Microsoft.
Dia 18 de fevereiro, irá estrear na PSN o reality show “The Tester“, uma série de 8 episódios onde 11 gamers irão se enfrentar em uma série de desafios físicos e mentais, para ganhar o prêmio no final das contas. (Ah, já não bastava tantos comentários sobre BBB10 e Tessália no Twitter… outro reality show? haha).
O vencedor vai levar US$5.000,00 + um contrato como Game Tester do Playstation. É pouca grana e um excelente emprego (o prêmio do BBB10 é mais atrativo!).
Infelizmente não poderei acompanhar pois não tenho acesso a PSN, mas assim que o nosso Lunático Ask ler esse post, aposto que ele se prontifica a fazer um review do primeiro episódio.
Só nos resta esperar e ver se será um sucesso.
Enquanto isso, vejam o trailer do Reality Show:
Youme: O homem brincando de Deus.
5Não sei quantas vezes eu já ouvi pessoas dizendo que a vida imita a arte e vice-versa, mas principalmente a sétima arte tem um poder arrebatador sobre toda a humanidade. O cinema é uma indústria que movimenta bilhões por ano e faz o homem se sentir no controle da situação. As vezes, ser passageiro dessa bola de matéria explosiva que viaja a milhares de quilômetros por hora deixa de ser uma aventura, então torna-se necessário criar uma maneira de acabar com a monotonia desse lugar.
Em outubro de 2009 fui assitir um filme que pelo nome não poderia ser mais Lunático: Gamer. Onde num futuro próximo um revolucionário videogame on-line será a forma mais popular de diversão. Semanalmente, milhões de internautas assistem condenados lutando para sobreviver como se fossem personagens virtuais em um videogame. Praticamente um Counter Strike onde os jogadores usam seres humanos como figuras virtuais em batalhas reais, com o simples objetivo de diversão para o jogador e liberdade para o personagem. Aqui vai o trailer:
Como se não fosse bastante, o “jogo” Slayers, é uma evolução de um outro “jogo” chamado Society, onde pessoas são pagas para serem controladas através da internet. No momento em que assisti o filme foi inevitável a comparação do Society com o Second Life. Um ambiente futurístico, colorido, cheio de pessoas estranhas com roupas estranhas e muita libertinagem. Sem contar que tudo isso ao som de Sweet Dreams interpretado por Marilyn Manson. Percebe-se o drama.
O resgate de Angie (Amber Valletta) por Kable (Gerard Butler) de dentro do Society, com a ajuda de Gina Parker Smith (Kyra Sedgwick).
Procurando por mais algumas informações do Society, consegui achar uma compilação das cenas do filme que demonstram os acontecimentos dento do Society. Pena que a qualidade não está boa.
Este foi o ponto principal, pois até o momento acreditava que o Second Life poderia ser a coisa mais parecida com os devaneios deste filme. Até que navegando sem bússola ou astrolábio (conheço várias pessoas que descobrem coisas, desde 1500) me deparei com o youme, uma proposta inovadora para os padrões atuais:
“Youme oferece aos assinantes a possibilidade de controlar personagens do mundo real. Cada personagem é uma pessoa em outro lugar no mundo, o usuário consegue escolher o seu personagem baseado em várias características tais como idade, localização, sexo, altura, peso.”
“Os usuários que assinarem o serviço para controlar um personagem serão conhecidos como ‘you’, já os usuários que estão sendo controlados serão conhecidos como ‘me’. Cada ‘me’ é equipado com uma camera para gravar e transmitir os seus movimentos ao vivo para o seu ‘you’, bem como um fone de ouvido bluetooth para receber instruções. Instruções podem ser enviadas diretamente para o ‘eu’ através de mensagens de texto a partir de dispositivos móveis.”
Como assim ??
“Já quis ser outra pessoa por um dia e ver o mundo através de seus olhos? Quer ter um pouco de diversão e até realizar algumas travessuras, mas ainda manter o anonimato? Talvez você só queira puxar conversa com alguém do outro lado do mundo. Bem,Youme é a sua chance de fazê-lo. Ao tornar-se um ‘you’, você pode enviar pedidos para um usuário a sua escolha e este realizar enquanto você assiste.”
Mas por outro lado …
“You me está a procura de mais candidatos em too o mundo que desejam se tornar um ‘me’. Ser um ‘me’ é divertido e você é pago por isso.”
Depois dessa eu não preciso falar mais nada sobre o assunto. Fico imaginando em que ponto a internet transcende a sobriedade e até onde o homem é capaz de mandar ou ser mandado pelo dinheiro. Várias questões legais se encarregarão depossibilitar a continuidade, ou não, deste serviço.
Há pouco criaram um blog na página do serviço e foi enviada a seguinte mensagem no dia 30/01/2010:
“Rápida atualização, em 3 dias usuários de 65 paises se cadastraram para utilização do youme beta… Bons tempos estão por vir…”
Os ‘me’ não são obrigados a realizar as solicitações do seu ‘you’, mas ao longo da história da humanidade sabemos que o bom senso não prevalece na ideologia da maioria. Temos livre arbítrio? Então o que podemos esperar do youme? Uma Valhala elaborada por Karl Marx? Ou Cuba sendo governada por Max Hardcore?
